Há os que devoram as palavras. Lêem-nas em grandes bocados, famintos. Têm medo de não se fartarem por perderem alguma. Exageram e, tenho certeza, não aproveitam todo o sabor que o remetente tentou lhes dar. É como um beijo não correspondido em que você (eu?) fica embaraçado com a outra pessoa de boca fechada.

Gosto de quem lê devagar, curtindo, sonhando junto, como quando escrevi.

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